Alex Sandro Alvarenga Arouca (Alex Arouca)
“Sem a música, a vida seria um erro”. A frase é do filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor alemão Friedrich Nietzsche, mas bem que poderia ser do músico, produtor cultural, professor e enxadrista formiguense Alex Sandro Arouca, o Alex Arouca.
Nascido em 1 de fevereiro de 1968, ele é casado com Sueli Monteiro Alvarenga Arouca e pai do Johann e do Luwig. É filho de Orlando Rodarte Arouca e de Maria Aparecida Rodarte Alvarenga Arouca
“Tive uma infância de aventuras em Formiga e até hoje me sinto influenciado por cada momento que marcou meus primeiros anos. Durante tempos, ainda pequeno, morei na ‘Lagoa do Fundão’, lá, fiz muitas amizades e guardo saudosas recordações. Gostava muito de nadar, de jogar bola e de andar de bicicleta. Atividade que mantenho até hoje; em cima de minha bike conheci os quatro cantos do município, que tem inúmeras belezas naturais como também vários contrastes culturais.”
“Nunca parei. Fiz natação com o José Joaquim, o Zé da Praça’ e treinei basquete com o João Moreira. Cheguei a jogar pelo Formiga Tênis Clube, a Praça de Esportes, sob o comando do professor Márcio Gato.”
Ex-aluno da Branca de Neve, do Rodolfo Almeida, do Polivalente e da Escola Normal, Alex é licenciado em Música com especialização em Canto pela Universidade Vale do Rio Verde; pós-graduado em Supervisão Escolar pela FIJ - Faculdades Integradas Jacarepaguá-RJ; bacharel em Administração Pública pela UFLA - Universidade Federal de Lavras; pós-graduado em Direito Administrativo e Licitações pela Faculdade Prominas.
“Não são poucas as minhas boas recordações. Lembro-me muito da gincana da cidade, eu era da Ekipirada, da Furiosa, a afamada banda do maestro Manoel Luiz Duque, e dos ensaios do conjunto Milionários. Tive o prazer de ser um dos integrandes do Face Nova, grupo musical que animava os mais concorridos bailes. Por motivos profissionais, cheguei a morar em São Paulo, na capital e no interior, mas em todas as folgas, eu estava aqui com meus amigos e parentes. Ficar longe sempre foi um sacrifício e eu não tive como resistir, voltei. Na nossa terra temos o melhor da música, do rock ao pagode, também vivemos entre o artesanato e a literatura, entre o congado e a música clássica. Formiga é um celeiro cultural e artístico como pouco vi em outros lugares.”
Professor conceituado e comentado, Alex Sandro faz de seus dias um tabuleiro de oferecer oportunidades aos estudantes dos estabelecimentos em que lecionou. Por mais de uma vez, ocupou o cargo maior da Secretaria Municipal de Cultura, produziu artistas formiguenses em seu estúdio musical, além, como se não bastasse, de ser árbitro da Federação Mineira de Xadrez.


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