Daquipralí
Com urgência, o Departamento de Trânsito da Prefeitura Municipal de Formiga deve se debruçar e propor um debate com audiências públicas e canais de comunicação para ouvir a cidade com relação aos problemas causados pela interdição de duas pontes do Rio Formiga, a da Casa Três Irmãos e do Santo Antônio/Vargem Grande sobre o Rio Formiga e a da Cerâmica, sobre o Mata-Cavalo, que liga o Bairro da Laginha à BR-354.
Modificações foram propostas e feitas, ruas mudaram o sentido de mãos e as pontes que restaram também sofreram modificações. Conforme foi divulgado, estudos nas pontes danificadas “dá pra ver” estão sendo realizados, porém, análises das outras pontes fundamentais, como a Charqueada, do Campo do Formiga, do Engenho de Serra, a da Nestlé, sobre o Rio Formiga, e as do Quinzinho e dos Quartéis, sobre o Mata-Cavalo, não foram apresentadas. Uma moradora da Laginha que passa a pé todos os dias sobre a Ponte dos Quartéis para trabalhar contou que há casas nas proximidades em que a água passou por debaixo de alicerces e que buracos para manilhões feitos pelo próprio poder público estão trazendo apreensões.
Daquipralí para onde se olha, o trânsito está insuportável, não se desenvolve e o que se nota é que em momentos críticos, como por volta das 7h30, do meio-dia e, principalmente, das 18 horas, a sinalização não dá conta. A possibilidade de inclusão de profissionais para orientações presenciais em locais críticos não deve ser descartada. Problemas também estão tendo os motoboys que fazem entregas de marmitas na hora do almoço, não chegam na hora nem a pau… estão sendo obrigados a correr entre filas de carro, e enumerar acidentes vai ser questão de tempo.
À noite, a coisa também está feia para esse pessoal que tenta ganhar a vida em cima de duas rodas. Além do trânsito, das pessoas de cidades próximas que vêm para Formiga para curtir a noite, ainda há a cachorra que não deixa ninguém em paz.
Daquipralí, sempre aparece algum motivo para que a coisa seja pensada profissionalmente e cientificamente ao máximo. Com relação às pontes “em pé”, um relatório sobre a situação de cada uma é pra ontem.

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