É muita cachorrada
Uma reclamação constante da população de Formiga é o constante aumento da população de cachorro em Formiga. Todo dia chega a notícia de um motociclista atacado e de pessoas ocupando macas na UPA com pernas tabuadas eternamente por dentadas absurdas.
Em uma reunião acontecida no início do ano nas dependências do Unifor, uma simpática senhora ligada às entidades protetoras dos animais contou que estava gastando muito dinheiro na compra de ração para animais de rua e que um certo vizinho a criticou e “ficou bravo” porque ela estaria colaborando para que a cachorrada não acabasse nunca. Na época, foram prometidas medidas, elaboradas estratégias e Deus e todo mundo se comprometeram em unir forças, porém, a coisa só piorou.
Os relatos de pessoas atacadas não param, todo dia uma mordida nova, isso sem contar os tombos de motos e bicicletas provocados pelos caninos dos caninos. Nas imediações do Terminal Rodoviário, o que se vê são verdadeiros arrastões; na manhã da terça-feira desta semana, um pitbull daqueles que emolduram lutador de jiu-jitsu adentrou a Praia Popular e o pessoal que usa o espaço para as caminhadas diárias teve de ir pra casa, muitos expressando revolta e indignação.
A questão é séria e não merece desdém. Cachorros de raças agressivas e violentas como pit-bull estão cruzando na rua com vira latas e os filhotes que nascem, de caramelo não têm nada, possuem uma aparência de mansinhos e o DNA de cão que comeu e não gostou.
O problema é triste e perigoso, alguma coisa tem de ser feita, e é urgente. Além do pessoal de moto, vários deles trabalhadores em busca do seu hot-dog de cada dia, as pessoas idosas são as mais vulneráveis, são elas as que estão mais expostas.

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