Estou por aqui - Ala feminina
“Meu sonho era ser vereadora, acho que eu poderia fazer muito por Formiga como forma de retribuição a tudo que ela proporcionou a mim e à minha família. Porém, o trabalho sempre tomou meu tempo e se impôs…”. Quem lamenta não ter se ingressado na política local é Rosângela de Souza Mello, filha do Senhor Alysson Gontijo de Mello, o Alysson do Cartório, e da Senhora Vicentina de Souza Mello, a Dona Telé. Ela é mãe do Francisco Mello Castro e da Ana Clara Mello e Castro.
“Nasci em 24 de maio de 1958. Estudei na Escola Normal, na Fafi-fuom e também na Fadom, porém, não concluí o curso de Direito. Atualmente, sou especialista em RH na Engelmig. Minha infância foi típica das de interior. Estava sempre na casa da minha avó Bia nas imediações da Rua Silviano Brandão e Praça São Vicente Férrer. Tínhamos horta e íamos sempre para o sítio do meu avô Juquinha. Era uma festa, pulávamos corda e a amarelinha era a brincadeira do momento”.
“Certa época, minha família se mudou para Pains, onde meu pai tinha um cartório. Depois, retornamos para Formiga, foi logo quando ele quando ele comprou o cartório do Senhor Joffre Faria, naquela época havia a possibilidade. Minha adolescência foi muito boa, com passagem pela Pastoral da Juventude, a qual coordenei. Tínhamos até um programa de rádio pela “Difusora AM” voltado para assuntos religiosos e sociais. Foi uma adolescência intensa, porém, breve, pois iniciei meus trabalhos como servidora da Cemig ainda aos 18 anos.”
“Gosto muito de nossa cidade, mas acredito que ela deveria passar por algumas transformações, há a necessidade de um choque de modernidade. Apesar de haver ótimos clubes e proximidade com o Lago de Furnas, sinto que há espaço para investimentos em lazer. Na educação, há bons cursos disponíveis, mas as oportunidades de trabalho poderiam ser mais intensas, o comércio precisa ser renovado. As nossas casas antigas estão sendo demolidas, o que é triste, dando lugar ao que meu filho, que formado em Administração Pública, chama de ‘construção caixote’. Precisamos preservá-las. Investir em mais museus, mais atrações culturais e, principalmente, em marketing. Formiga precisa ser mostrada, pois é um lugar único”.

Rosângela de Souza Mello

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