Estou por aqui - ala feminina
Há em Formiga, ali pelas imediações do Bairro do Quinzinho, uma senhora muito conhecida pelos seus princípios éticos, pela retidão na criação da família e pela fé. Ela é Maria Brandina da Cunha Castro, a mãe do Fernandinho da Galera, do Humberto da Casa Agrícola e do Policial Penal Ricardo Castro.
Filha de Alípio Ferreira da Cunha e de Josefina Rodrigues Chaves, foi casada com Raimundo Bernardes Castro; ela nasceu em 2 de junho de 1933. Por essas peças que a vida impõe até para as melhores pessoas, perdeu a filhinha Jacinta com apenas cinco meses, uma marca que a saudade não deixa no passado.
Maria Brandina sempre foi mulher muito religiosa, fez parte do apostolado da oração, foi ministra da eucaristia da Paróquia São Judas Tadeu e fundou o Terço das Mãos Poderosas, que aconteceu todas as terças-feiras, às 14 horas, por mais de 35 anos.
“Estudei na Escola Normal e depois de casada fiquei como dona de casa para cuidar da família, o que era o mais comum em minha época. Fiquei viúva ainda com 38 anos, em 1971, e passei a me dedicar ao máximo à criação dos filhos, principalmente no que diz respeito à educação.”
“Tudo era muito diferente. Minha infância foi onde hoje é a Fazenda das Flores. Eu e meus irmãos éramos muito unidos, éramos do tipo ‘mexeu com um, mexeu com todos’. Quando íamos para a escola, tínhamos de passar pela Charqueada, era um drama, pois o gado era em uma quantidade enorme. Mas fomos nos acostumando.”
“Formiga sempre foi a minha cidade, é onde vivo, é onde constituí família e onde sou muito feliz. Por aqui sempre há uma surpresa boa para acontecer. Gosto muito de nossa cidade e de seu povo.”

Maria Brandina da Cunha Castro

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