O povo unido jamais será vencido…
O maior objetivo de um revolucionário progressista é convencer pacificamente os oprimidos a se libertarem da submissão imposta pelos conservadores, que não os querem ver usufruindo de seus direitos sociais, justamente igualitários, sob a pseudo justificativa de que suas lutas são subversivas.
No dia 11 de setembro deste ano, tivemos o prazer de assistir uma mulher, mineirinha natural de Montes Claros, definir um voto de condenação a muitos homens, que, na maioria, ostentavam suas patentes militares. Os quais julgavam-se acima da lei e da ordem, levando-os a cumprirem pena por golpes de estado.
Com essa ação, ela não só restabeleceu a justiça e igualdade social descritas na Constituição Federal, como também devolveu ao povo brasileiro o orgulho, a liberdade e a dignidade de cantar o hino do país, balançar a bandeira nacional e vestir a camisa verde e amarela.
Pudemos ver a magnífica manifestação pacífica, como tem que ser essa liberdade, demostrando sua indignação para com àqueles que desonraram os votos recebidos por esse mesmo povo, em protesto sob a “legislação em causa própria”, de quem deveria ter no mínimo respeito e se dignar na defesa de seus representantes legais.
“Cada um de nós compõe a sua história / Cada ser em si carrega o dom de ser capaz / de ser feliz..” é uma boa canção para ilustramos o sentimento de repúdio à esses senhores de colarinho branco. “Sorriam sem motivo / mesmo sem querer / pois num sorriso cativo / existe a alegria de viver.”
Estamos de volta às ruas, como fizemos em 1983/84, no orgulhoso dos “caras pintadas”, onde conseguimos o direito de elegermos o nosso presidente, com o movimento das “Diretas já” pondo fim à uma ditadura militar.
“Vem, vamos embora / que esperar não é saber / quem sabe faz a hora não espera acontecer...” Não poderia encerrar sem esta citação que a muitos embalou o sonho de conquistar a nossa democracia.
Viva o Brasil e viva o povo brasileiro!

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